
O Início
Em março de 2002 iniciaram-se as primeiras atividades do grupo Terapeutas da Alegria, através de cinco acadêmicos e funcionários da Unisul, os quais realizavam apresentações de música e teatro no Hospital Nossa Senhora da Conceição em Tubarão – SC. Inspirados pelo filme “O Amor é Contagioso”, o grupo tinha como objetivo inicial levar um pouco de alegria às crianças internadas através da figura do “doutor palhaço”, melhorando o ambiente hospitalar. Coordenado por Thiago Demathé e Rosiléia Rosa, passaram a realizar visitas semanais aos pacientes internados no Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Tubarão, e, conseqüentemente, chamar a atenção de acadêmicos dos cursos da área da saúde, que realizavam seus estágios no local. Vários acadêmicos começaram a acompanhar o trabalho dos Terapeutas da Alegria e acabaram se interessando pela proposta.
O projeto começou a crescer e surgiu a necessidade de transformá-lo em projeto de extensão vinculado à UNISUL.
Em 2003 implantou-se um “projeto irmão” Terapeutas da Alegria na UNIVALI em Itajaí – SC e as apresentações começaram a serem realizadas apresentações realizadas no Hospital Universitário Pequeno Anjo e no Hospital Maternidade Marieta Konder Bornhausen.
A Chegada
Em 2004 o projeto foi implantado na UNISUL – Pedra Branca e as visitas começaram no Hospital Infantil Joana de Gusmão e Hospital Governador Celso Ramos – Florianópolis – SC, desde então estou no projeto.
Hoje trabalho como professor e coordenador de visitas do projeto. Atualmente as visitas acontecem somente no hospital infantil, toda a quarta-feira das 17h30min até 19h00min horas e quinzenalmente aos sábados das 13h30min até as 15h00min horas.
O projeto está atuando na UNISUL – Pedra Branca, UDESC – Coqueiros e UFSC. Conta com acadêmicos de vários cursos, inclusive cursos que não são da área da saúde.
Objetivos:
Sensibilidade, Responsabilidade Social, Criatividade, Interdisciplinaridade, Educação, Comunicação e principalmente Humanização são os objetivos do projeto que atraem à participação dos alunos de cursos que não são ligados a saúde.
Isso é um reflexo da necessidade de uma maior integração das pessoas com as pessoas, surgindo dessa forma uma nova oportunidade de inter-relações humanas, uma vez que nos dias de hoje muitas vezes esquecemos palavras simples e tão importantes do nosso dia-a-dia, Obrigado, Desculpe, Adeus, não por uma falta de educação, mas sim por um medo intrínseco existente em todos de ter um contato com alguém desconhecido.
O medo de olhar nos olhos, a necessidade de fazer o bem, de conseguir chocar-se com pessoas que necessitam de saúde, em um mundo atual, onde matar e morrer são rotina em todos os jornais.
A importância de ser criativo e descobrir novas formas de ser e de viver em uma fase da vida que já sofremos punições em todos aqueles impulsos mais humanos, chorar, sorrir por sorrir, cantar sozinho na rua, brincar de ser criança e levar a vida de uma forma simples. Isso acontece não somente por estas punições, mas também por causa de uma sociedade “doente”, a qual sentimentos transformam-se em doenças, o excesso de triste no senso comum é depressão, a alegria de uma criança é hiperatividade.
Pequenos fatos que acontecem no cotidiano e que devido às grandes agitações do nosso dia não damos conta de perceber.
O Ser Humano tem a necessidade de tornar-se mais Humano e tenta-se passar isso ao longo do projeto.
Conclusão:
O Projeto Terapeutas da Alegria capacita no momento apenas acadêmicos, mas nossa vontade é ampliá-lo para que possa atender uma parcela social maior, afinal todos tem o direito de trabalhar um pouco mais esse lado que está sendo perdido.
Acredito que as relações humanas necessitam de um toque sutil de aproximação e só dessa forma conseguiremos conquistar saúde e um pouco mais de paz.
Finalizo aqui com uma frase de Charles Chaplin “Tenho a impressão de que os homens estão a perder o dom de rir.” Não perca esse dom!
Em março de 2002 iniciaram-se as primeiras atividades do grupo Terapeutas da Alegria, através de cinco acadêmicos e funcionários da Unisul, os quais realizavam apresentações de música e teatro no Hospital Nossa Senhora da Conceição em Tubarão – SC. Inspirados pelo filme “O Amor é Contagioso”, o grupo tinha como objetivo inicial levar um pouco de alegria às crianças internadas através da figura do “doutor palhaço”, melhorando o ambiente hospitalar. Coordenado por Thiago Demathé e Rosiléia Rosa, passaram a realizar visitas semanais aos pacientes internados no Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Tubarão, e, conseqüentemente, chamar a atenção de acadêmicos dos cursos da área da saúde, que realizavam seus estágios no local. Vários acadêmicos começaram a acompanhar o trabalho dos Terapeutas da Alegria e acabaram se interessando pela proposta.
O projeto começou a crescer e surgiu a necessidade de transformá-lo em projeto de extensão vinculado à UNISUL.
Em 2003 implantou-se um “projeto irmão” Terapeutas da Alegria na UNIVALI em Itajaí – SC e as apresentações começaram a serem realizadas apresentações realizadas no Hospital Universitário Pequeno Anjo e no Hospital Maternidade Marieta Konder Bornhausen.
A Chegada
Em 2004 o projeto foi implantado na UNISUL – Pedra Branca e as visitas começaram no Hospital Infantil Joana de Gusmão e Hospital Governador Celso Ramos – Florianópolis – SC, desde então estou no projeto.
Hoje trabalho como professor e coordenador de visitas do projeto. Atualmente as visitas acontecem somente no hospital infantil, toda a quarta-feira das 17h30min até 19h00min horas e quinzenalmente aos sábados das 13h30min até as 15h00min horas.
O projeto está atuando na UNISUL – Pedra Branca, UDESC – Coqueiros e UFSC. Conta com acadêmicos de vários cursos, inclusive cursos que não são da área da saúde.
Objetivos:
Sensibilidade, Responsabilidade Social, Criatividade, Interdisciplinaridade, Educação, Comunicação e principalmente Humanização são os objetivos do projeto que atraem à participação dos alunos de cursos que não são ligados a saúde.
Isso é um reflexo da necessidade de uma maior integração das pessoas com as pessoas, surgindo dessa forma uma nova oportunidade de inter-relações humanas, uma vez que nos dias de hoje muitas vezes esquecemos palavras simples e tão importantes do nosso dia-a-dia, Obrigado, Desculpe, Adeus, não por uma falta de educação, mas sim por um medo intrínseco existente em todos de ter um contato com alguém desconhecido.
O medo de olhar nos olhos, a necessidade de fazer o bem, de conseguir chocar-se com pessoas que necessitam de saúde, em um mundo atual, onde matar e morrer são rotina em todos os jornais.
A importância de ser criativo e descobrir novas formas de ser e de viver em uma fase da vida que já sofremos punições em todos aqueles impulsos mais humanos, chorar, sorrir por sorrir, cantar sozinho na rua, brincar de ser criança e levar a vida de uma forma simples. Isso acontece não somente por estas punições, mas também por causa de uma sociedade “doente”, a qual sentimentos transformam-se em doenças, o excesso de triste no senso comum é depressão, a alegria de uma criança é hiperatividade.
Pequenos fatos que acontecem no cotidiano e que devido às grandes agitações do nosso dia não damos conta de perceber.
O Ser Humano tem a necessidade de tornar-se mais Humano e tenta-se passar isso ao longo do projeto.
Conclusão:
O Projeto Terapeutas da Alegria capacita no momento apenas acadêmicos, mas nossa vontade é ampliá-lo para que possa atender uma parcela social maior, afinal todos tem o direito de trabalhar um pouco mais esse lado que está sendo perdido.
Acredito que as relações humanas necessitam de um toque sutil de aproximação e só dessa forma conseguiremos conquistar saúde e um pouco mais de paz.
Finalizo aqui com uma frase de Charles Chaplin “Tenho a impressão de que os homens estão a perder o dom de rir.” Não perca esse dom!
Por Gustavo Tanus Martins - Naturólogo
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