
Muitas mulheres modernas perderam a conexão com as forças da natureza. Na menstruação, perderam o recolhimento voluntário, mas necessário, para contemplar a riqueza do seu tempo de Lua. O resultado desse afastamento são sintomas de desconforto, TPM e ciclos irregulares.
Os primeiros calendários da humanidade foram lunares, baseados na sincronicidade entre o ciclo lunar e o menstrual. A deusa romana Mens era quem regia as medições, os números e os calendários. Seu nome significava o "momento certo" e era, assim, um dos atributos da Deusa Lunar, que inspirou as mulheres a inventarem os calendários de acordo com seus ciclos menstruais. A própria palavra "menstruação" contém em si o nome da Deusa.Na era matriarcal, mulheres indígenas se reuniam na chamada "Tenda da Lua", quando menstruavam, e isto se dava no mesmo período para todas as mulheres, pois estavam afinadas com as energias lunares. Neste momento, eram reverenciadas por toda a tribo e, em seu recolhimento, os homens assumiam as tarefas rotineiras das mulheres, respeitando esse tempo de reenergização, introspecção e centragem.Pesquisas empíricas indicam que a "fase pré-menstrual" do ciclo costuma ser acompanhada por maior atividade e clareza intelectual, sensações de bem estar, felicidade e desejo sexual.É pela menstruação que as mulheres sentem seu útero pela primeira vez, sendo o fluxo menstrual a expressão da feminilidade, fertilidade e receptividade.
Os primeiros calendários da humanidade foram lunares, baseados na sincronicidade entre o ciclo lunar e o menstrual. A deusa romana Mens era quem regia as medições, os números e os calendários. Seu nome significava o "momento certo" e era, assim, um dos atributos da Deusa Lunar, que inspirou as mulheres a inventarem os calendários de acordo com seus ciclos menstruais. A própria palavra "menstruação" contém em si o nome da Deusa.Na era matriarcal, mulheres indígenas se reuniam na chamada "Tenda da Lua", quando menstruavam, e isto se dava no mesmo período para todas as mulheres, pois estavam afinadas com as energias lunares. Neste momento, eram reverenciadas por toda a tribo e, em seu recolhimento, os homens assumiam as tarefas rotineiras das mulheres, respeitando esse tempo de reenergização, introspecção e centragem.Pesquisas empíricas indicam que a "fase pré-menstrual" do ciclo costuma ser acompanhada por maior atividade e clareza intelectual, sensações de bem estar, felicidade e desejo sexual.É pela menstruação que as mulheres sentem seu útero pela primeira vez, sendo o fluxo menstrual a expressão da feminilidade, fertilidade e receptividade.
Do período matriarcal até hoje, por exemplo, os marroquinos utilizam o sangue menstrual em curativos de feridas. No ocidente, o sangue foi empregado como tratamento para gota, bócio, vermes e, nas plantações, como fertilizante.Com a chegada do patriarcado, o sangue menstrual passou a ser visto como impuro, danoso, devendo neste período a mulher ser afastada do grupo. Tabus - tais como se a mulher menstruada tocar no vinho, azeda; se bater maionese, desanda - ainda estão presentes no inconsciente coletivo, e a menstruação é sentida, então, como um mal necessário.A menstruação está presente metaforicamente no processo evolutivo do feminino, como por exemplo: estação Primavera: menarca, transformação da menina em botão-mulher, potencialmente apta para procriar e exercer atividade sexual.Flor em botão: Curiosidade sobre a vida.
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